sexta-feira, 4 de junho de 2010

Historia do Mestre

Eu me chamo paulo da silva guimarâes natural de OLinda - Pernambuco meu inicio na CAPOEIRA se no final da década de 1979 no bairro de OURO PRETO em Olinda a capoeira na época era pouca divulgada por ainda ser uma cultura so do negro e pouco conhecida,mas foi por intermedio de dois amigos que me convidaram a ir na praia treinar saltos e ai foi quando vimos todo final de semena na beira mar do bairro chamado BAIRRO NOVO em Olinda e percebemos que naquela roda tinha tambem muitos saltos alem da ginga e logo porcurei alguem para que nos encinacem aquele jogo de argilidade e a margia de exercultar tantos saltos e passado um ano em 1981 eu ja acompanhava so de olhar por eu era muito magro e pequeno e não tinha jeito de entra na roda e não desiste e ficava trenando nos campos dentro da favela e indo sempre ver as rodas da sé e da praia e logo a capoeira foi se desenvolvendo e ganhando espaço novamente quando conhece um ex-aluno do Mestre branco que morava na favela e comerçou a encinar o pouco que tinha aprendido com o Mestre,mas ainda era pouco e muito bruto quando recebe um convite pra fazer capoeira de graça com um professor de capoeira aluno do Mestre Lázaro na cidade de Rio Doce - Olinda ano de 1983 ele era muito bom de capoeira e Blak e desenvolve um outro tipo de capoeira,música,teatro,dança do fogo,maculele,samba de roda,Reginal por ser rapida e angola por ser lento e abaixada.
No entanto ainda faltava algo, meu professor não fazia BATIZADO e foi ai que na mesma cidade em 1986 que conheci na mesma cidade um grande Mestre e policial de nome MESTRE DÓCA e nen pensei nada fui logo treinar com ele mas tudo se tornou mas dificio por conta da distancia da minha casa até a academia,o mestre Dóca era muito exegente e sério o nome do seu grupo era grupo quilombo de capoeira e tinha vários Mestres bons e logo acorreu de 1988 pede ao mestre dóca para me transferi para o grupo quilombo do Mestre zabelle que dava aulas perto da minha casa e apois i ano de aulas com o Mestre zabelle recebe a graduação de terceira corda e em 1990 recebe a corda de instrutor e quando o Metsre zabelle foi embora para a SUIÇA ficamos com um Mestre formado por ele de nome Mestre Del Bruto com quem me entregou a corda de professor de capoeira em 1994 em Recife e fui embora para o Rio de janeiro trabalhar e passei a treinar com o Metsre Bócka do grupo capoeira angonal e me fortalece recebendo vários tipos de aulas de capoeira e cidadania e voutei para Pernambuco em 1997 e recebe minha graduação de contramestre pelo meu Mestre Del Bruto e fundei o grupo de capoeira marimbau apois uma conversa com meu Mestre comercei a fazer um grande trabalho no interior do estado de pernambuco e onde ja avia realizado varios eventos e em um intercambio e batizado na cidade de Timbauba fui formado MESTRE em 2008 pelos Mestres grãomestre indio,nen cangalha,Valber,Zimbele,mago,Girafa,ferrugem e varios contramestres e professores e quantinuei mantendo sempre contato com o mundo da capoeira e em uma viagem a trabalho ao estado do Maranhâo que conhece um grande homem respeitador e Mestre de nome Mestre Militar e juntamos nossos trabalhos e conhecimentos na intenção de crescermos com um novo trabalho unificado e passei a usar o nome da entidade ASSOCIAÇÃO FOCLORICA GRUPO K DE CAPOEIRA desde de janeiro 2010... axé pra todos!!!!

A ORIGEM DA CAPOEIRA SEGUNDO AS OPINIÕES DOS MESTRES

Segundo Mestre Paulomolla, a capoeira surgiu nos Quilombos para sua própria defesa e forma de preparar os seus guerreiros para a luta contra os invasores, como tambem para as investidas nas fazendas para resgatar os negros que lá se encontravam ainda sub-julgados pelos seus feitôres. Quanto a forma de luta, teve influência a vários tipos de movimentos de danças africanas e dos nativos brasileiros, como a dança da zebra ou N'Golo de origem do povo “Mucope” do sul de Angola, que ocorria durante a “Efundula”(festa da puberdade), onde os adolescêntes formavam uma roda ; com uma dupla ao centro desferindo coices e cabeçadas um no outro, até que um era derrubado no solo, essa luta é oriunda das observações dos negros, dos machos das zebras nas disputas das fêmeas no periodo do cio, onde os machos lutam com mordidas, cabeçadas e coices. Com a “Revolta dos Malês”, na Bahia formada pelos negros Malês em 25 de fevereiro de 1835, que foi reprimida pelos portugueses, que castigaram mutilando os líderes, e enviando um navio para a àfrica e outro dos rebeldes para a América Central. Em Cuba e Martinica os Malês fundiram-se com os negros dos canaviais dando origem ao “Mani” em Cuba e a “Ladva” em Martinica.
O N'Golo levado pelos angolanos para o Quilombo de Palmares fundiu-se com o Maraná surgindo a Capoeira. Segundo cartas do jesuita Antônio Gonçalves para os seus superiores de Lisboa em 1735, descreve que quando missionário em Angola junto ao povo Mucope onde teve o privilégio de assistir uma dessas manifestações culturais, a “dança do N'Golo”, e que a mesma não tem nenhuma aparência com a Capoeira chamada Angola. Mas sim! Descreve que observou uma luta que os indios praticavam antes de qualquer conflito, em forma de roda, dois a dois usando os braços, pernas, cotoveladas, joelhadas, e usando todo o corpo como armas ( Convento de Santo Inácio de Loyola, anais das missões no Brasil. Tomo III pág. 128).
O escritor Holandês Gaspar Barleus descreve no livro “Rerum Per Octenium in Brasil-1647, a luta dos índios tupis praticada no litoral brasileiro” chamada de Maraná, luta de guerra, só existem dois exemplares, um no EUA e outro no Brasil.
O cronista alemão Johann Nieuhoff descreve em seu livro “Crônicas do Brasil Holandês” de 1670 a luta do Maraná assim como será descrito à seguir.



Maraná


As cartas do escrivão Francis Patris, que acompanhava o cortejo do príncipe Mauricio de Nassau durante a invasão Holandesa, descreve entre muitos obstáculos para ocupação do território brasileiro a resistência dos habitantes do Brasil.
Negros comandados por Henrique Dias, portugueses por Vidal de Negreiros, Índios Potiguares comandados por Felipe Camarão, o “Índio Poti”. Esses índios usavam durante o confronto, além de flechas, bordunas, lanças e tacapes, os pés e as mãos desferindo golpes mortais, destacando-se por sua valentia e ferocidade. Pertencia a cultura potiguara a dança e guerra Maraná, que avaliava o nível de valentia de seus guerreiros. Em círculos os guerreiros com perneiras de conchas compunham um compasso ao bater com os pés e as mãos, invocando seus antepassados, acompanhado das batidas dos atabaques feitos de troncos de árvores com pele de Anta, chocalhos e marimbas, em quanto que dois gerreiros se confrontavam ao centro da roda com golpes de pernas, cotoveladas e movimentos que imitavam os animais.

"ENTIDADES DE CAPOEIRA CRIADAS NOS ANOS 80"

No inicio dêste ano em 10 de maio de 1987, foi fundada á União dos Capoeiras Leão do Norte,"UNICALEN", pelos Mestres Pirajá, Mestre Espinhela, Contra-Mestre Cuscuz, Professores: Samuca, King, Azambuja, Monitor: Mosquito, Instrutores: Robô-Cop, Fazendeiro e Meinha, e os alunos e alunas: Fofinho, Alexandro, Marconi, Ferreiro, Enèias, Lã, Ló, Viviane, Kassia, Katia e Josefa. A UNICALEN é uma entidade não Governamental, de Caráter gratuito, com a finalidade de unir os Capoeiristas com o objetivo de praticar o bem, na educação física e mental. O Mestre Pirajá é o primeiro Membro fundador, e Presidente do Conselho Superior de Mestres da UNICALEN, e Primeiro Presidente Mentor e Fundador da “Associação dos Capoeiras de Pernambuco” ( ASSOCAPE), Tendo como seu Vice-Presidente e sucessor, seu aluno e discipulo, Mestre Duvalle, com sede na Casa da Cultura.
Essas duas entidades foram criadas na época para ser representante legal dos Capoeiristas junto aos órgãos Públicos, porque o Registro de nossa Capoeira só existia na Federação Pernambucana de Pugilismo ( Departamento Especial de Capoeira), onde o nosso representante legal era o Mestre João Mulatinho. Só depois da nova Constituição é que podemos juntos com Mestre Mulatinho e os Mestres que participaram da luta pela nossa Capoeira, conseguimos então fundar e oficializar a Federação Pernambucana de Capoeira.
Eu sempre costumo dizer e ensinar aos Capoeiristas que Pratique a Capoeira não importa o estilo, se Angola ou Regional, o importante é que a praticamos de forma correta, sem violência e mau dizeres,pôs automaticamente Deus nos abençoa, deixe que falem de voçê, seje de bem ou de mau, que futuramente quem escutou um dia vai ter a realidade dos ditos, não se preocupes pois estarás vivo na memória de quem fala e de quem escuta,” Deixe a Baleia Cortar o Mar e Ver prá que lado vai as ondas.”

HISTÓRIA DA CAPOEIRA PERNAMBUCANA

Apartí de 1978 a capoeira tomou um impulso muito grande em sua divulgação e ensino, foi quando eu, Mestre Pirajá, participava de um concurso de música afro-Brasileira no Sesc de Santo Amaro quando conhecí o Mestre João mulatinho que se fazia acompanhar do Mestre Zumbí Bahia, e ambos tinham ido para assistí ao evento musical e mim conhecerem, fizemos uma grande amizade e apartí daí passamos a nos encontrar sempre que possivel para troca de conhecimentos, estudo, organização e jogar-mos capoeira, ainda hoje mim lembro da música que concorrí, sendo a mesma de autoria minha, Edson oliveira(compositor da escola Galeria do Ritmo) e do meu aluno e tambem compositor Heleno Lovação, “ Assunçê dis que não jogo
Vou jogar prá assunçê ver
Mas jogando a Capoeira
Faço o mundo estremecer
Vai vai Galeria, vai brincar
O carnaval, Na roda de Capoeira
E no som do Berimbau
E Grupo Senzala de Capoeira
Joga de pés no chão
e sacode a poeira.”
Em 1980 nós faziamos o 1º Batismo Oficial e coletivo de Capoeira, porque os Batismos de Capoeira do Grupo Senzala já acontecia desde 1974 individualmente entre os membros do grupo com o seu Mestre Pirajá.
Em 1981 já existia 7 (sete) Academias de Capoeira em todo Estado de Pernambuco, “ Grupo Senzala de Capoeira” no Morro da Conceição, do Intrutor Pirajá; “Studio de Arte Física” em Boa Viagem, dos Instrutores Mulatinho e Bigode; “Viva a Bahia”no Bairro do Prado do Instrutor Galvão; “Grupo Cajueiro Sêco de Capoeira”em Prazeres do instrutor Paulo de Prazeres(ou Paulo Guiné); “ Grupo Marco Coca-Cola de Capoeira”em Casa Caiada-Olinda do Instrutor Coca-Cola; “Grupo Lázaro Africano de Capoeira” no Amaro Branco-Olinda do Instrutor Lázaro; “ “A.A.A.C.M.”na Rua Gevásio Pires, Centro do Recife, Instrutores Zumbí Bahia e Mulatinho, local a onde agente costumava se reunir nos fins de semana para conversar-mos e jogar capoeira numa grande roda geralmente ás tarde.
Nêste mesmo ano no mês de agôsto, o Instrutor João Mulatinho, havia entrado em contato com o Instrutor ZULU de Brasilia, DF. Reuniu-se com os Lideres dos Grupos acima citados no objetivo de modificar as cordas que eram nas côres da Bandeira Brasileira, passando a ser conforme as côres dos Orixás da Umbanda, com irradiação nas côres: Azul= Iemanjá; Marron=Xangô; Verde=Oxossi; Amarelo=Oxum; Rôxo=Iansã; Vermelho=Ogum; Branco=Oxalá. Onde ouve a concordância de toudos os Instrutores dos Grupos acima citados. Os Instrutores passaram a usar a corda Vermelha e os mais graduados passaram a usar a corda Marron, foi aí que ouve uma grande evasão de graduados que não aderiram ao novo sistema de graduação, criando com isso uma divisão muito grande da nossa capoeira local, pois aqueles que ainda eram alunos e jogavam até bem a capoeira se achavam já prontos a ser professores, o que Eu, João Mulatinho, Zumbí Bahia e Galvão não concordava, pois ainda lhes faltavam muitos fundamentos sôbre a capoeira Angola e a Capoeira Regional.
Em Janeiro de 1982, O Conselho de Moradores do Morro da Conceição, em conjunto com o centro de Comunicação do Córrego do José Grande, com autoria de Cassimiro Junior e Admilson Barros, compôs um Cordel, com o titulo de “Pirajá o Mito da Capoeira”.
Em 1983, o Mestre Pirajá com o seu “Grupo Senzala de Capoeira”, foi convidado para fazer o fundo musical tocando com o seu Berimbau o toque de Santa Maria no Casamento de Roberta e Admilson Barros, realizado na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição do Morro, o que se tornou um fato inédito para toudos que estavam presente ao ato Religioso, uma vez que a Capoeira nesta època sofria uma grande e intensa descriminação por parte da nossa Sociedade, foi um grande marco para aqueles que sempre acreditaram e sempre sonharam e tiveram esperança de ver a nossa Arte-Capoeira reconhecida como ela é hoje, reconhecida em toudo Brasil e em mais da metade do mundo, graças a luta e insistência de toudos os Mestres ainda vivos e os que já partiram dêste mundo para outro melhor.
No ano de 1986, data que na época já existia Mestres Cordas Vermelhas formados em outros Estados do Brasil, e aquí em Pernambuco, titulo ortogado pelo “Departamento Especial de Capoeira da Federação Pernambucana de Pugilismo e da CBP”, o Mestre Pirajá, convidou toudos os Mestres cordas Vermelhas da época que eram; Mestre(João Mulatinho, Bairro de Boa Viagem), ( Zumbí Bahia do Sesc de Santo Amaro), ( Paulo Guiné de Prazeres), ( Galvão do Prado), (Marcos Coca-Cola de Olinda), toudos com seus auxiliares e alunos para examinar os graduados do “Grupo Senzala de Capoeira do Mestre Pirajá”, dessa primeira turma, em 10 de maio de 1987, na Sede da Escola de Samba Galeria do Ritmo e tendo seu final dos exames na Escola Maria da Conceição no Largo D. Luiz, atráves de exames e planos de aulas , só cinco(05) conseguiram chegar e serem aprovados pela banca formada pelos Mestres examinadores á Corda Vermelha que era a maior graduação na época, recebendo o titulo de “Mestre Instrutor” ; Cancão, Espinhela,Todo-Duro,Duvalle e Barrão, que hoje divulga a existência da Capoeira Pernambucana em vários Estados do Brasil e em dezenas de Países do mundo, em 1997, dez anos depois formei com a Corda Vermelha, Mestre Cal, que venhe seguindo a mesma filosofia do Mestre como os demais jà formado, voltada para o trabalho, honest-
idade e amizade.

O QUILOMBO DOS PALMARES

Foi, e ainda representa a maior fôrça e resistência Socioeconomica e politica da história do Brasil, servindo como exemplo de luta, fôrça e Raça de um povo, tendo lutado e resistido por quase cem anos lutando pelo direito á vida e á liberdade, na Serra da Barriga , hoje Estado das Alagoas, antes território da Capitânia de Pernambuco. Em 1650, um grupo de escravos se rebelaram no Engenho de Piancó, território da Capitânia de Pernambuco, liderada pelo Príncipe Negro Angolano “Zumba” que os conduziu para o alto da Serra da Barriga,onde ficava a aldeia da nação Indigína Potiguar “Palmares”, liderada pelo Cacique Canindé e a Xamã Akutirene. Segundo conta a história que a velha Feiticeira previra que um certo dia surgiria de um grande rio um grande Rei que imortalizaria “Palmares”. Com sua grande liderança foi eleito Rei “Ganga” de Palmares. Dentro de poucos anos a população negra passou para 70% a dos principais quilombos, que ao todo foram oito ( Amaro, Akutirene, Macaco, Aqualtene, Danbraga, Subupira, Adalaquituxe), 25% de Índios e 5% de Portugueses Brancos foragidos(Mestiços, potugueses, Franceses e Espanhóis). Toda essa miscigenação racial criou uma nova cultura étnica, religiosa, dialética, Capoeira, culinária, relações culturais onde a terra era patrimônio de todos e as decisões de Ganga eram decididas pelo concilio dos anciões “Zama”, que representava os patriarcas de cada familia. Palmares foi a maior Republica socialista da América, formava um arco-ires racial do povo Brasileiro(Negros, Mamelucos, Índios, Cafuzos, Sararás, Mulatos, Brancos e etc.), nessa sociedade surgiu a Capoeira com a fusão das culturas negras, indígenas e brancas. O negro contribuiu com o N'Golo, a ginga, a mandinga e com seus instrumentos, o pandeiro quadrado, o atabaque Islâmico, o agogô e mais tarde com a introdução do berimbau (urocongo), pelos Afro-descendentes. Os Índios com as marimbas, xererê, atabaque de tronco ôco e pele de Anta, com movimentos que imitavam os animais.
Ouviu-se falar de Capoeira pela primeira vez durante as invasões Holandesas, em 1624, quando os índios, e negros escravos, ( as duas primeiras vítimas da colonização), aproveitando-se da confusão gerada pela invasão fugiram para as matas, aumentando o contigente dos quilombos dos palmares onde o primeiro Rei “Ganga” chamava-se Zumba: Salientamos que o primeiro Quilombo registrado foi em Pernambuco, quando da primeira revolta e fulga dos escravos da vila de Olinda, tendo os negros adentrado as matas e criado o quilombo do “Cumbi” terras hoje entre Joaquim Nabuco e Palmares, em 1558.
Em 1678 foi registrado a chegada de Ganga Zumba, Rei dos Palmares, ao Recife. Onde foi recebido pelo então Governador Souza de Castro: Por várias vezes Ganga Zumba com seus guerreiros maus vestidos chegaram a Recife, convidado pelo Governado de Pernambuco para falar a respeito dos muitos escravos que conseguiam fugir para os Quilombos, deixando grandes prejuizos para os fazendeiros, que precisavam da monocultura escrava: do acordo firmado entre Zumba e o Governo Constituinte,nada foi cumprido por parte do poder Constituido. Tambem durante uma dessas visitas Ganga Zumba foi envenenado pelos seus próprios colaboradores manipulados pelo Governo Pernambucano. “ ZUMBÍ”: Tendo assumido o comando do Quilombo dos Palmares e sua nação com a morte de seu tio Ganga Zumba, o guerreiro Zumbí que quando criança havia sido raptado por Bandeirantes ou Caçadores de Escravos, foi entregue e criado por um padre em Recife, que aos 15 anos já era coroinha, e aos 25 anos fugiu para os Quilombos dos Palmares ficando no lugar de Ganga Zumba, mas foi morto no dia 20 de Novembro de 1695 pelo perveso Domingos Jorge Velho, a sua cabeça foi colocada em sal e enfiada em um poste na frente da Igreja de Nossa Senhora do Carmopara mostrar a seus seguidores que seu defensor havia sido vencido, hoje existe o monumento do mesmo, e a data de sua morte é comemorada o dia da Consciência Negra, Segundo a lenda Zumbí era um nato lutador de Capoeira. O reinado de Zumbí durou 14 anos.
A Capoeira é considerada a Arte Marcial Brasileira pelo motivo de ser utilizada de Muitas formas como as Maltas, Guerra do Paraguai, Revoltas dos Mercenários, nas Caramussas entre monarquia e republicanos, Guerra das Tabocas, mascates, Guardas costas de José do Patrocínio e Dom Pedro I, Canudos, Farrapos, Primeira e Segunda Guerra Mundial, ETC...